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A mostrar mensagens de 2021

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

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  ABRIR A  Declaração Universal dos Direitos Humanos  ( DUDH ), que estabelece os direitos humanos fundamentais, foi adotada pela  Organização das Nações Unidas  em 10 de dezembro de 1948. Foi esboçada principalmente pelo canadiano John Peters Humphrey, contando também, com a ajuda de várias pessoas de todo o mundo. Abalados pela recente barbárie da Segunda Guerra Mundial, e com o intuito de construir um mundo sob novos alicerces ideológicos, os dirigentes das nações que emergiram como potências no período pós-guerra, liderados por Estados Unidos e União Soviética, estabeleceram, na Conferência de Yalta, na Rússia, em 1945, as bases de uma futura paz mundial, definindo áreas de influência das potências e acertando a criação de uma organização multilateral que promovesse negociações sobre conflitos internacionais, para evitar guerras e promover a paz e a democracia, e fortal...

CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO - STOP TORTURA

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  MANUAL Choques elétricos. Espancamentos. Violação. Humilhação. Execuções simuladas. Queimaduras. Privação de sono. Tortura da água. Longas horas em posições contorcidas. Uso de pinças, drogas e cães.  As próprias palavras soam como um pesadelo. Mas todos os dias e em todas as regiões do mundo, esses inimagináveis horrores são realidade para inúmeros homens, mulheres e crianças.  A tortura é um ato abominável, desumano e bárbaro e nunca poderá ser justificado. A tortura é errada, autodestrutiva e enfraquece a força da lei, substituindo-a pelo terror. Só podemos gritar STOP TORTURA (VÍDEO)

CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO - A POBREZA E OS DIREITOS HUMANOS

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  MANUAL A pobreza não é um fenómeno novo e existe em todo o lado. Há pessoas que vivem na pobreza virtualmente em todos os países do mundo, incluindo os mais abastados. A pobreza tem muitas dimensões – não tem apenas a ver com quanto dinheiro as pessoas ganham. Significa não ter água potável ou comida suficiente. Significa não ter um telhado decente sobre a cabeça, não obter bons cuidados de saúde quando se precisa, ou não conseguir enviar crianças para a escola. Significa ver negado o acesso a todos os recursos, serviços, competências, escolhas, segurança e poder de que todos/as precisamos para concretizarmos os nossos direitos humanos. Significa marginalização e discriminação.  Viver na pobreza torna mais provável que as pessoas sofram violações dos direitos humanos. Mais de um bilião de pessoas no mundo vive em favelas ou “bairros informais”. Muitas têm habitação inadequada e poucos, ou nenhuns, serviços básicos. As suas situações são agravadas quando os governos as despej...

CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO - O MEU CORPO, OS MEUS DIREITOS

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  MANUAL No mundo inteiro, centenas de milhões de pessoas - na esmagadora maioria jovens e sobretudo do sexo feminino - estão em risco devido à inação dos governos ou em consequência de uma ingerência abusiva por parte de terceiros sobre a esfera da vida sexual e reprodutiva dos cidadãos.  Quando se trata do nosso corpo e dos relacionamentos interpessoais que estabelecemos, os mais espontâneos e expansivos diálogos tendem a desenrolar-se na nossa cabeça. Muitas vezes mantemos esses pensamentos em segredo. Mas porquê?  Talvez seja porque o que sentimos que podemos, ou não, dizer ou expressar abertamente é definido pela sociedade em que vivemos, restringindo assim a nossa liberdade de pensamento, opinião e ação. Essas normas sociais são controladas pelos nossos governos, as nossas comunidades, até as nossas famílias.  Quando desafiamos essas normas, sentimo-nos culpadas, com vergonha ou medo. Tememos ser estigmatizados, desconsiderados ou tornarmo-nos vítimas de repres...

CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO - PENA DE MORTE

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  MANUAL A pena de morte, ou pena capital, consiste na execução de uma sentença de morte imposta por um tribunal a pessoas prisioneiras, condenadas por um crime para o qual a pena está prevista na lei. Todos os dias pessoas de todas as idades são presas, mesmo menores, e enfrentam execuções. Independentemente do crime que tenham cometido, sejam culpadas ou inocentes, veem as suas vidas reclamadas por um sistema de justiça que valoriza a punição em vez da reabilitação.  A Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela Assembleia-geral da Nações Unidas em dezembro de 1948, reconhece a cada pessoa o direito à vida (artigo 3º) e afirma categoricamente que “Ninguém deverá ser submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes” (artigo 5º).  As Nações Unidas têm vindo a reafirmar a sua posição contra a aplicação da pena de morte através de várias resoluções da Assembleia Geral encorajando os Estados a respeitar a lei internacional e a reduz...

CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO - EU ACOLHO

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  MANUAL Apesar de a ideia de direitos humanos (liberdades e garantias que temos simplesmente pelo facto de sermos humanos) ter estado presente ao longo da história, a materialização dessa ideia aconteceu apenas após a 2ª Guerra Mundial com a criação da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH).  Em 1946, pessoas de todas as origens do mundo (Eleanor Roosevelt, viúva do Presidente Americano Franklin D. Roosevelt, René Cassin de França, Charles Malik do Líbano, Peng Chung Chang, da China, e John Humphrey do Canadá), reuniram-se para iniciar a criação de um documento onde deveriam constar todos os direitos que um ser humano deve ter.  Os artigos 3 e 14 da DUDH enquadram, desde logo, alguns dos direitos das pessoas em movimento.  O Artº 3 diz: “Todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal”.  E o Artº14º refere: “Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo em outros países”.  Esta é uma d...

CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO - A CORAGEM DOS QUE LUTAM

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  MANUAL Vivemos atualmente numa era onde o medo, a divisão e a demonização ganham terreno. Um pouco por todo o mundo as narrativas de “nós contra eles” estão a ser utilizadas para criar um sentimento de culpa coletiva a grupos inteiros, independentemente do seu contexto político e social.  As pessoas que se atrevem a ter uma posição em defesa dos direitos humanos estão atualmente sob ataque em cada vez mais países e a uma escala alarmante. Enfrentam ameaças, intimidação, difamação, detenções arbitrárias e tortura. Muitos e muitas ativistas chegam a ser assassinados simplesmente por defenderem o que é correto.  Quer sejam estudantes, líderes comunitários, jornalistas, advogadas, médicos, professoras, whistleblowers, ativistas ambientais, entre outras, sabemos que em caso de injustiça estas pessoas enfrentam-na como uma ameaça pessoal e fazem-se ver e ouvir.  Que nos inspirem todos aqueles que lutam pela LIBERDADE (VÍDEO)

CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO - STOP BULLYING

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  MANUAL O bullying é um fenómeno social que ocorre em qualquer parte do mundo, em particular com crianças e adolescentes em contexto escolar. Independentemente de onde se possa viver, do estatuto social que se possa ter ou da instituição que se possa frequentar, já fomos testemunhas, incitadores/as ou vítimas de agressões físicas, verbais ou psicológicas continuadas nas relações de proximidade que se estabeleceram durante o nosso crescimento social e escolar.  Foi durante esse mesmo percurso que possivelmente observámos a diferenciação de outras crianças ou jovens, por questões físicas, morais ou ideológicas; étnicas, culturais ou mesmo religiosas.  Por esses atos discriminatórios, a Amnistia Internacional considera que nenhum ou nenhuma jovem deverá, em nenhum momento da sua progressão natural, ser excluído/a ou exposto/a a ações negativas em relação a nenhuma vertente da sua dimensão humana, por qualquer colega ou adulto. É preciso dizer STOP BULLYING (VÍDEO)

CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO - DIREITOS HUMANOS

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  MANUAL O MUNDO ESTÁ EM MUDANÇA. Vivemos tempos de desafio para a justiça e para os direitos humanos, devido ao aumento da desigualdade, de continuas crises e conflitos, a disputa pelos recursos naturais, os movimentos entre e para além de fronteiras de pessoas em risco e as constantes ações ilegais perpetradas por estados, em nome da reposição da ordem pública e da segurança nacional.  Por todo o globo milhares de pessoas continuam a ser anualmente presas, torturadas ou executadas, devido às opiniões que defendem, devido às iniciativas que promovem para proteger os seus direitos, por serem consideradas inaceitáveis ou ameaçadoras para os governos, regimes ou lideranças vigentes num determinado país ou território.  É por estes atos discriminatórios, que atentam contra as liberdades individuais e coletivas, que a promoção dos direitos humanos se torna cada vez mais necessária num mundo em globalização, como uma ferramenta decisiva na prevenção dos abusos e violações desse...

APLICAÇÕES EDUCATIVAS PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS

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Esta página, da responsabilidade da  Rede de Bibliotecas Escolares , reúne um conjunto de aplicações para dispositivos móveis com potencialidade pedagógica, organizadas por categorias. Escolha a categoria pretendida no menu do lado direito e, para descarregar a app, abra o link correspondente ao seu SO (iOS ou Android). Está em permanente atualização e pode consultar AQUI

7 MOTIVOS PARA DIGITALIZAR AS SUAS AULAS

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  1. A tecnologia digital desperta maior interesse e prende a atenção dos alunos. O uso da tecnologia digital na educação contribui enormemente para o engajamento dos estudantes na dinâmica de aula. A mente humana é apaixonada por novidades. Por isso, é importante variar a rotina de estudos, fazer pequenas mudanças no local e, especialmente, experimentar diferentes ferramentas e recursos tecnológicos. Quando se buscam novas formas de ensinar e aprender, coloca-se uma aura de novidade sobre a rotina de estudos, tornando-a mais interessante e prazerosa. Consequentemente, crescem a atenção e o interesse dos alunos pelos assuntos abordados. 2. A tecnologia digital auxilia na percepção e na resolução de problemas reais. Grande parte dos artigos e discussões recentes na área da educação, defendem ser preciso aproximar o conteúdo estudado da realidade dos alunos. Experimente dar um sentido mais prático à sua disciplina, seja por meio da contextualização da informação (aplicação em situaçõ...

UMA ESCOLA PARA O SÉCULO XXI

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Continua em discussão pública o documento “perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória” ou, como aparece nos media, “Perfil do aluno para o século XXI”. Em vez de suscitar entusiasmo da sociedade, a discussão deste documento tem despertado pouco mais que uma reacção sonolenta. Vêem-se algumas tomadas de posição públicas por pessoas ligadas à Educação, mas mais nada. Há quem diga que é por o documento ser vago; por conter um conjunto de boas intenções com as quais não se pode deixar de concordar; por representar pouco mais do que a soma de diferentes modelos conceptuais já conhecidos, e até defendidos por organizações internacionais como a UE ou a OCDE. Concedo que seja difícil discordar-se do conteúdo do documento, mas não concordo que o mesmo seja irrelevante. Muito pelo contrário. Quando, em 1986, a Assembleia da República procurou fazer a discussão pública dos diversos projetos de Lei de Bases do Sistema Educativo, o maior problema que encontrou foi o total desinteresse dos...